23 de fevereiro de 2018

Você não vai acreditar no que um pastor de megaigreja pentecostal na Venezuela está para fazer


Você não vai acreditar no que um pastor de megaigreja pentecostal na Venezuela está para fazer

Ana Isabel Martinez e Andreina Aponte/Reuters
Um pastor evangélico venezuelano que está concorrendo para presidente disse na quarta-feira que os líderes religiosos conquistaram o direito de entrar na política na América Latina devido ao fracasso dos políticos na região, onde os candidatos evangélicos estão crescendo.
Javier Bertucci, right (REUTERS/Marco Bello)
Javier Bertucci disse numa entrevista na quarta-feira que sua promessa de restaurar “valores” perdidos durante a crise econômica da Venezuela, que é membro da OPEP, seria suficiente para derrotar o presidente Nicolas Maduro na votação de 22 de abril, que a coalizão de oposição está boicotando sob a acusação de que a eleição é fraudulenta.
“Se há alguém que merece, somos nós evangélicos, pois estamos há muitos anos com os pobres, com os necessitados,” disse Bertucci, fundador da Igreja Maranata no estado central de Carabobo. A Igreja Maranata é uma megaigreja Pentecostal em Valencia, Venezuela.
“Os políticos chegam na época de eleições, pedem votos, dão algumas coisas e desaparecem. Essa é a percepção em toda a América Latina.”
A candidatura dele segue o sucesso do cantor evangélico Fabricio Alvarado na Costa Rica, que é o favorito para ganhar a presidência da Costa Rica no segundo turno em abril.
O evangelicalismo, com seus pregadores neopentecostais e cultos intensos, está crescendo rapidamente na América Latina, que é predominantemente católica há séculos.
Os seguidores dele o veem como um emissário divino enviado para trazer mudança na Venezuela, que está sob governo socialista desde que o presidente Hugo Chavez foi eleito em 1998.
“Não tenho a intenção de me fazer parecer como um messias porque já acredito num: Jesus Cristo,” ele disse.
A candidatura dele ainda é vista como tendo pouca chance de sucesso. Ele não tem nenhuma experiência política conhecida e o nome dele é pouco conhecido na Venezuela.
Entretanto, ele insiste em que tirará proveito do trabalho social de sua igreja, que ele disse tem servido milhões de tigelas de sopa para os pobres durante a crise econômica paralisante da Venezuela que tem tornado alimentos e remédios escassos e caríssimos.
Casado por 25 anos e com três filhos, inclusive um adotado, Bertucci, como muitos evangélicos latino-americanos, se opõe ardentemente ao aborto e insiste em que a adoção não deve ser acessível às duplas homossexuais.
“Respeito e amo todas as pessoas que têm uma orientação sexual diferente, mas num sentido legal, eu teria de lhes dizer categoricamente que eu nunca apoiaria esse tipo de adoção,” ele disse.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: You Won’t Believe What This Pentecostal Megachurch Pastor Is About to Do
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21 de fevereiro de 2018

Billy Graham, evangelista para o mundo, falece aos 99 anos


Billy Graham, evangelista para o mundo, falece aos 99 anos

CHARLOTTE, N.C., EUA, 21 de fevereiro de 2018 — O evangelista Billy Graham morreu hoje às 7h46min da manhã em seu lar na cidade de Montreat. Ele estava com 99 anos.
Billy Graham com os presidentes americanos George H. W. Bush, Jimmy Carter e Bill Clinton
Durante toda a sua vida, Billy Graham pregou o evangelho de Jesus Cristo para cerca de 215 milhões de pessoas que frequentaram uma de suas mais que 400 cruzadas, transmissões simultâneas e reuniões evangelísticas em mais de 185 países e territórios. Ele alcançou milhões mais por meio da TV, vídeos, filmes, internet e 34 livros.
Nascido em 7 de novembro de 1918, quatro dias antes do armistício que findou a 1ª Guerra Mundial, William Franklin “Billy” Graham Jr. cresceu durante a Depressão e desenvolveu uma ética de trabalho que o levaria a décadas de ministério em seis continentes.
“Tenho uma mensagem: que Jesus Cristo veio, ele morreu numa cruz, ele ressuscitou, e ele pediu que nos arrependamos de nossos pecados e o recebamos pela fé como Senhor e Salvador, e se o fizermos, temos perdão de todos os nossos pecados,” disse Graham em sua última cruzada em junho de 2005 no Parque Flushing Meadows Corona Park em Nova Iorque.
Embora o foco principal de Graham fosse levar sua mensagem ao mundo, ele também dava aconselhamento espiritual para presidentes, defendeu fortemente a dessegregação, e era uma voz de esperança e orientação em tempos de tribulação. Em 2001, ele consolou os Estados Unidos e o mundo quando palestrou na Catedral Nacional de Washington, depois dos atentados terroristas de 11 de setembro. Em três conferências mundiais realizadas em Amsterdã (1983, 1986, 2000), Graham reuniu cerca de 23.000 evangelistas de 208 países e territórios para treiná-los a levar a mensagem de Jesus Cristo no mundo inteiro.
Durante a semana de seu aniversário de 95 anos em 2013, Graham deu sua mensagem final através de mais de 480 estações de televisão nos EUA e Canadá. Mais de 26.000 igrejas participaram desse projeto chamado Minha Esperança, tornando-o a maior campanha evangelística da Associação Evangelística Billy Graham na América do Norte.

Ele preferia basebol ao Cristianismo

Graham, um rapaz do campo que se tornou evangelista mundial, que orou com todos os presidentes dos EUA desde Harry S. Truman até Barack Obama, foi criado numa fazenda de gado leiteiro em Charlotte. Naquela época, “Billy Frank,” como ele era chamado, preferia basebol ao Cristianismo. “Eu detestava ir à igreja,” ele disse ao recordar de sua juventude.
Mas em 1934, isso mudou. Num culto de avivamento de um evangelista itinerante chamado Mordecai Fowler Ham, Graham, que tinha 15 anos, entregou sua vida para servir Jesus Cristo. Ninguém ficou mais surpreso do que o próprio Graham.
“Eu me opunha ao evangelismo,” ele disse. “Mas no final, um amigo me persuadiu [a ir a um culto]… e o Espírito de Deus começou a falar comigo enquanto eu voltava noite após noite. Certa noite, quando foi feito o convite para aceitar Jesus, eu disse: ‘Senhor, estou indo.’ Eu sabia que eu estava indo na direção certa.”
Vários anos depois, a “nova direção” de Graham o levou ao Instituto Bíblico da Flórida (hoje Faculdade Trinity da Flórida), e mais tarde, à Faculdade Wheaton em Chicago, onde ele encontrou a estudante Ruth McCue Bell, filha de missionários médicos na China. O casal se formou e casou no verão de 1943. O casal e seus cinco filhos fizeram seu lar nas montanhas da Carolina do Norte. Eles foram casados por 64 anos antes da morte de Ruth em 2007.
Depois de dois anos viajando como palestrante da organização Mocidade para Cristo, Billy Graham realizou sua primeira cruzada evangelística em 1947; mas foi sua cruzada em Los Angeles em 1949 que capturou a atenção dos Estados Unidos. Originalmente marcada para acontecer por três semanas, as “reuniões de tenda de circo” se estenderam por um total de oito semanas, pois centenas de milhares de homens, mulheres e crianças se reuniram para ouvir as mensagens de Graham.
Logo depois dessa campanha, Graham começou a Associação Evangelística Billy Graham, que virou uma organização em 1950. Desde o ano 2000, Franklin, o filho de Graham, vem liderando a organização com sede em Charlotte que emprega cerca de 500 pessoas no mundo inteiro.
Contudo, Billy Graham é talvez mais conhecido por suas missões ou cruzadas evangelísticas. Ele acreditava que Deus não conhece fronteiras ou nacionalidades. Em toda a sua carreira, Graham pregava para milhões em locais desde Addis Ababa, na Etiópia até Zagorsk, na Rússia, e desde Wellington, Nova Zelânida até a Catedral Nacional de Washington. Em 1973, Graham pregou para mais de um milhão de pessoas aglomeradas na Praça Yoido, em Seoul, Coreia do Sul — a maior audiência ao vivo de suas cruzadas.

Quebrando barreiras

Pregando em Johannesburg em 1973, Graham disse: “Cristo pertence a todas as pessoas. Ele pertence ao mundo inteiro… Rejeito todo credo baseado em ódio… O Cristianismo não é a religião de um homem branco, e não deixe ninguém nunca lhe dizer que é branco ou negro.”
Graham falou com pessoas de todas as etnias, credos e formações. No início de sua carreira, ele denunciou o racismo quando a dessegregação não era popular nos EUA. Antes que o Supremo Tribunal dos EUA proibisse a discriminação com base racial, Graham realizava cruzadas dessegregadas, até mesmo no Sul dos EUA. Ele rejeitou convites para pregar na África do Sul por 20 anos, escolhendo em vez disso aguardar até que as reuniões pudessem ser integradas. A integração ocorreu em 1973, e só então Graham viajou para a África do Sul.
Uma viagem em 1977 à Hungria comunista abriu as portas para Graham conduzir missões evangelísticas em praticamente todos os países do ex-Bloco Oriental (inclusive a União Soviética), assim como China e Coreia do Norte.
Graham foi autor de 34 livros, inclusive sua memória “Just As I Am” (Tal Qual Estou), publicada pela editora Harper Collins em 1997. Essa autobiografia permaneceu na lista de best-sellers do jornal New York Times por 18 semanas.
Em 1996, Graham e sua esposa Ruth receberam a Medalha de Ouro do Congresso dos EUA, a condecoração mais elevada que o Congresso dos EUA pode conceder a um cidadão. Ele também foi colocado na lista do Gallup como um dos “Dez Homens Mais Admirados” 61 vezes — inclusive 55 anos consecutivos (exceto 1976, quando essa pergunta não foi feita). Graham foi citado pelo Instituto Memorial George Washington Carver por suas contribuições nas relações raciais e pela Liga Anti-Difamação B’nai B’rith.
Em toda a sua vida, Graham foi fiel a seu chamado, que será usado como inscrição no seu túmulo: Pregador do Evangelho de Jesus Cristo.
“Houve algumas vezes em que eu achei que estava morrendo, e vi minha vida inteira passar diante de mim…” disse Graham em sua cruzada na cidade de Cincinnati em 24 de junho de 2002. “Eu não disse ao Senhor, ‘Sou um pregador, e tenho pregado para muitas pessoas.’ Eu disse: ‘Oh, Senhor, sou pecador, e ainda preciso do Teu perdão. Eu ainda preciso da cruz.’ E pedi ao Senhor que me desse paz em meu coração, e Ele deu — uma paz maravilhosa que não tem me deixado.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da Associação Evangelística Billy Graham: Billy Graham, Evangelist To The World, Dead At Age 99

Provado: Trolls russos fizeram na eleição presidencial americana… o que os EUA fazem nas eleições de outros países


Provado: Trolls russos fizeram na eleição presidencial americana… o que os EUA fazem nas eleições de outros países

Julio Severo
De acordo com a acusação formal do Procurador Especial Robert Mueller, a Rússia se intrometeu na eleição presidencial dos EUA em 2016: por meio de trolls de internet!
Há muita confusão deliberada com relação a essa intromissão. Mas uma coisa é sem dúvida clara: A esquerda americana e global estava apoiando solidamente sua candidata Hillary Clinton. Para eles, qualquer um ou qualquer país que impedisse a vitória de Hillary cometeu um pecado “imperdoável.” E o que a investigação americana mostrou? Trolls russos agiram claramente contra Hillary, que perdeu a eleição.
Patrick J. Buchanan, ex-assessor do Presidente Ronald Reagan e ex-candidato presidencial do Partido Republicano, disse: “Um troll russo criativo exortou os apoiadores de Trump a vestirem uma voluntária com uma roupa laranja de prisão, colocá-la numa jaula num caminhão com plataforma e então anexar esta frase: “Prendam Esta Mulher!”
Os russos cometeram o pecado “imperdoável,” e agora democratas e republicanos, esquerdistas e direitistas americanos querem fazer a Rússia pagar por alegadamente ajudar Donald Trump a vencer, como se as sanções pesadas que Obama impôs — e Trump manteve — contra a Rússia não fossem suficientes.
Muitas vezes, acho que os esquerdistas e direitistas americanos costumam atacar a Rússia como um espantalho para distrair o público americano e o mundo. Enquanto ambos os lados nos mantêm distraídos, eles podem avançar a agenda que eles têm em comum. E há uma agenda em comum: a ideologia neocon.
Enquanto as acusações formais de Mueller confirmam que trolls russos se intrometeram na eleição americana, o que explica a histeria esquerdista e direitista americana contra a Rússia?
Nesse ponto, concordo com o Rev. Chuck Baldwin, que disse que “O Partido da Guerra avança implacavelmente.” Esse partido é composto pelo Partido Democrático e pelo Partido Republicano. O Partido Neocon, que está acima de todos os partidos nos EUA, precisa de um espantalho.
Os socialistas acusam a Rússia, pois a candidata deles perdeu. Mas os conservadores, principalmente os neoconservadores (os neocons), também estão acusando a Rússia.
Se a alegada intromissão russa por meio de trolls é um ato de suprema hostilidade, por que durante sua campanha de 2016, o candidato Trump disse “Rússia, se você está prestando atenção, espero que vocês consigam achar os 30 mil e-mails que se perderam”? Ele estava se referindo aos emails no servidor particular de Hillary que ela disse que havia deletado, de acordo com uma reportagem da Associated Press.
Trump fez tal pedido público ousado porque estava claro, para ele, que a Rússia estava contra Hillary.
Agora ele está mostrando descontentamento com a alegada intromissão russa nas eleições americanas, mas ele parece ignorar a intromissão dos EUA nas eleições de outras nações. John Perkins, em seu livro “Confessions of an Economic Hit Man” (Confissões de um Assassino Econômico), disse que agências de inteligência dos EUA têm burlado eleições em outras nações há décadas.
De acordo com Joseph Farah, dono do WND (WorldNetDaily), até Israel não escapou da intromissão dos EUA em eleições israelenses. Farah disse: “Barack Obama usou dinheiro dos americanos que pagam impostos abertamente para influenciar a eleição de seu melhor aliado no Oriente Médio, Israel.” Ele acrescentou: “O falecido senador democrata Ted Kennedy chegou a pedir ajuda da União Soviética para derrotar a campanha de reeleição de Ronald Reagan em 1988. Onde é que estavam então as carrancas de protestos?”
Se um democrata pôde pedir à União Soviética que ajudasse a derrotar um candidato republicano, por que um candidato republicano não pode pedir a uma Rússia conservadora que ajude a derrotar uma candidata democrata? Foi isso o que Trump fez em 2016.
Em seu artigo no WND intitulado “Is that Russia troll farm an act of war?” (Será que essa fábrica russa de trolls é um ato de guerra?) Patrick J. Buchanan disse:
Quanto à Rússia trolando as eleições americanas, será que os americanos estão inocentes no que se refere a se intrometer nas eleições e políticas internas de regimes que eles não gostam?
O senador John McCain e Victoria Nuland do Departamento de Estado instigaram as multidões na Praça de Maidan em Kiev que derrubou o governo eleito da Ucrânia. Quando o regime democraticamente eleito de Mohamed Morsi foi derrubado, os EUA prontamente aceitaram o golpe como vitória do lado dos americanos e continuaram a dar assistência ao Egito enquanto dezenas de milhares de membros da Irmandade Muçulmana eram presos.
Será que a CIA e a Fundação Nacional da Democracia estão sob ordens do governo dos EUA para não tentarem influenciar o resultado de eleições em nações em cujos regimes os americanos acreditam terem direitos?
“Será que algum dia os EUA se intrometeram nas eleições de outros países?” Laura Ingraham perguntou a James Woolsey, ex-diretor da CIA, neste final de semana.
Com um riso forçado, Woolsey respondeu: “Oh, provavelmente.”
“Mas os EUA não fazem mais isso, né?” Ingraham interrompeu. “Os EUA não se metem nas eleições dos outros, né, James?”
“Olha,” Woolsey disse sorrindo. “Só por uma causa muito boa.”
Na verdade, qual é o objetivo da Fundação Nacional da Democracia, se não auxiliar os lado pró-americano em nações estrangeiras e suas eleições?
Os EUA não tiveram um papel ativo nas “revoluções coloridas” que mudaram regimes desde a Sérvia até a Ucrânia e Georgia?
Quando os republicanos discutem o Irã no Congresso dos EUA, se ouve frequentemente a frase “mudança de regime”… em 2009, os republicanos denunciaram o presidente Obama por não intervir com mais força para mudar o resultado da eleição [no Irã].
Quando a China, Rússia e Egito expulsam ONGs, as suspeitas deles de que algumas têm agentes americanos são meros sinais de paranoia?
O papel dos EUA na derrubada do primeiro-ministro Mossadegh no Irã em 1953, e de Jacobo Arbenz na Guatemala em 1954, e do presidente Ngo Dinh Diem em Saigon em 1963 são fatos comprovados.
Então quando os EUA fazem exatamente o que condenam nos outros países, é correto e democrático. Mas nenhum país tem o direito de copiar as ações dos EUA. O jornalista Glenn Greenwald disse sobre “a essência mais nítida do Excepcionalismo Americano” em sua conta de Twitter: “Os EUA têm direito pleno e livre de fazerem exatamente o que eles exigem que outras nações não façam porque — diferente deles — os EUA são bons. Por isso, é feito com bons objetivos, não maus.”
Em minha conta de Twitter, respondi a ele: “Triste, mas verdadeiro. Só evangélicos, que fizeram uma diferença no nascimento dos EUA, podem também fazer uma diferença hoje contra a interferência e discrepância dos neocons na política externa dos EUA.”
O governo americano, sob presidentes esquerdistas e direitistas, faz um grande estardalhaço com uma intromissão mínima na eleição americana (até mesmo trolls de internet são um crime supremo contra os EUA, de acordo com os neocons), mas ambos os lados se intrometem pesadamente, com operações secretas da CIA por meio de ONGs e outros meios, nas eleições de outras nações.
Como Jesus disse:
“Como quereis que as pessoas vos tratem, assim fazei a elas da mesma maneira.” (Lucas 6:31 King James Atualizada)
Em vez de fazerem estardalhaço por causa de trolls russos e usarem a Rússia como espantalho por amor às políticas neocons, os EUA sob Trump deveriam processar Obama por criar o ISIS, que cometeu genocídio de cristãos na Síria e Iraque. O próprio Trump disse em 2016 que Obama criou o ISIS. Então Obama e Hillary Clinton são cúmplices de genocídio de cristãos. Pela lei americana, que condena cúmplices de assassinatos em massa, ambos não mereceriam pena capital por colaborarem para o genocídio de cristãos por meio do ISIS?
Os EUA sob Trump deveriam processar Obama e Hillary por provocarem a Rússia desde que Putin aprovou em 2013 uma lei que proíbe a propaganda homossexual para crianças e adolescentes.
Os EUA sob Trump deveriam processar Obama e Hillary por derrubarem o governo ucraniano em 2014 e imporem sanções na Rússia na esteira da interferência americana na Ucrânia.
Os EUA sob Trump deveriam processar Obama e Hillary por usarem o governo americano para promover o islamismo, o aborto e a agenda homossexual no mundo inteiro.
Os EUA deveriam parar de usar a Rússia como espantalho e lidar com os crimes de Obama e Hillary.
Trump deveria descontinuar o legado esquerdista de Obama de sanções e outras ações não conservadoras contra uma Rússia mais conservadora.
A Rússia poderia retaliar os males de Obama e Hillary Clinton por meio de um ataque nuclear. Quem pode culpá-los por usar trolls de internet para desabafar suas queixas contra Hillary?
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19 de fevereiro de 2018

Maior conferência conservadora dos EUA bane organização cristã pró-família e aprova grupo homossexualista


Maior conferência conservadora dos EUA bane organização cristã pró-família e aprova grupo homossexualista

Julio Severo
A Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC), a maior e mais antiga conferência “conservadora” anual dos Estados Unidos, abruptamente baniu a organização pró-família MassResistance como expositor em seu encontro nacional para 21-24 de fevereiro enquanto ao mesmo tempo permitiu que o grupo homossexualista Log Cabin Republicans permanecesse. Log Cabin Republicans é uma ala de militantes homossexuais dentro do Partido Republicano. Veja o Log Cabin Republicans em ações homossexuais aqui: https://youtu.be/saztH0Xl9zc
“Conservador” pró-sodomia Jeb Bush dando palestra na CAPC
A CAPC havia oficialmente aprovado MassResistance em janeiro, mas dias atrás Dan Schneider, diretor-executivo da CAPC, desconvidou a organização. A CAPC justificou sua decisão citando a postura bíblica dessa organização na guerra cultural — principalmente contra a agenda transgênero nas escolas públicas.
Com o banimento de MassResistance da lista de expositores, nenhuma organização exclusivamente pró-família e pró-casamento estará presente na CAPC.
“Nos três anos passados — inclusive neste ano — o grupo homossexual radical Log Cabin Republicans (LCR) tem sido um patrocinador e expositor na CAPC,” explicou Brian Camenker, fundador e presidente de MassResistance. “Antes disso, outro grupo homossexual chamado GOProud [Republicanos Gays Orgulhosos] foi um expositor oficial em 2009 e 2010.”
“O LCR faz muita campanha para homossexualizar o Partido Republicano e para levar à nomeação de autoridades e juízes LGBT,” continuou Camenker. “Eles lutam para aprovar leis ‘antidiscriminação’ LGBT que são usadas para punir lojas e empresas cristãs. Eles têm feito muitas campanhas para forçar a aceitação de homossexuais assumidos — e recentemente transgêneros — nas forças armadas dos EUA. Eles colocaram um anúncio na revista USA Today para denunciar fortemente o comitê de plataforma do Partido Republicano de 2016 por apoiar o casamento tradicional. Eles se gabam de que estão ‘criando mudança.’”
Não é só a presença de grupos homossexualistas e transgêneros na CAPC que preocupa o fundador de MassResistance.
“Em 2016 e 2017 o grupo Eleitor Ateu foi um expositor na CAPC,” disse Camenker. “Em 2015, sua organização mãe, Ateus Americanos, recebeu permissão de ser um dos principais palestrantes. Essa organização faz campanha para estabelecer políticas governamentais sem Deus, remover a ‘ideologia cristã’ de todos os órgãos governamentais, revogar isenções religiosas de leis LGBT onerosas e estabelecer mais leis de denúncia contra as igrejas. Eles também apoiam a agenda LGBT, ‘direitos’ de aborto e ‘lutam contra a educação de abstinência até o casamento.’”
“É inconcebível que uma organização que se autoproclame conservadora como a CAPC proíba um estande de patrocínio para uma grande organização pró-família como MassResistance — enquanto permite que o grupo de ativistas gays Log Cabin Republicans patrocine um estande na mesma conferência,” disse Peter LaBarbera, fundador e presidente de Americanos em Favor da Verdade acerca da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é AFTAH). O que é interessante é que a entidade precursora de AFTAH foi lançada na CAPC 25 anos atrás.
“Está tudo de cabeça para baixo,” continuou LaBarbera. “É o Log Cabin Republicans, que faz cruzadas para avançar o ‘casamento’ homossexual, que está minando o conservadorismo. Peço que a CAPC e seu presidente Matt Schlapp revertam essa decisão horrível.”
LaBarbera disse que o conservador social veterano Camenker é um “corajoso herói pró-família.”
“Brian vem lutando contra a agenda gay e transgênera radical há décadas, e nunca vacilou. Ele certamente não merece ter seu bom nome manchado e sua organização expulsa da CAPC.”
“A CAPC precisa parar de paparicar ativistas LGBTQ e de defender essa paparicação como algo certo. Banir líderes que defendem valores morais é uma tática da esquerda, não da direita,” ele acrescentou.
“É simplesmente inconcebível que uma organização ‘conservadora’ acolha ativistas homossexuais enquanto bane a principal organização nacional de base que combate o lobby LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Queer). É por isso que peço que a União Conservadora Americana, que dirige a CAPC, reverta sua decisão e permita que MassResistance tenha um estande. O boletim Lambda Report, que é o predecessor da AFTAH, foi lançado na CAPC 25 anos atrás. Por isso, esse absurdo politicamente correto mais recente me machuca pessoalmente. Como havíamos predito, homossexuais assumidos e arrogantes estão agora corrompendo o conservadorismo e o Cristianismo nos EUA; é incompatível com ambos.”
Quando o banimento de MassResistance virou escândalo depois que foi denunciado por LaBarbera, LifeSiteNews e outros sites pró-vida, a CAPC convidou o Conselho de Pesquisa da Família (CPF) para ter um estande, como estratégia de último minuto para acobertar seu banimento escandaloso contra MassResistance. Essa estratégia mal ajuda a CAPC, pois se o CPF estará presente como organização conservadora contra a agenda homossexual, por que não há nenhum espaço para muitas outras excelentes organizações conservadoras que lutam contra a agenda homossexual? Esse é um escândalo maior, pois é inconcebível que a “maior conferência conservadora” dos EUA não tenha convidado todas as maiores organizações conservadoras dos EUA. Aliás, depois de saber da ação contra MassResistance, Peter LaBarbera se inscreveu e pagou por um estande de expositor na CAPC. Ele teve de pagar 2 mil dólares. Se existe um líder conservador cristão que merece ser palestrante e muito mais na CAPC é LaBarbera. Contudo, ele não recebeu nenhuma resposta da CAPC após vários dias.
O evento anual da CAPC em Washington, DC tem sido muito importante para os conservadores americanos desde seu início, atraindo milhares de pessoas de mentalidade conservadora de todas as partes dos EUA todos os anos. É onde candidatos republicanos e outras grandes personalidades políticas conservadoras chegam para dar palestras e serem vistas — todos, desde os presidentes Ronald Reagan a Donald Trump; senadores conservadores como Ted Cruz e Marco Rubio; e ícones da mídia como Sean Hannity e Mark Levin.
Muitos dos palestrantes dessa conferência, tais como o ex-governador do Novo México Gary Johnson (palestrando neste ano), são a favor da agenda LGBT. Grupos de legalização da maconha foram expositores da CAPC em 2015.
Patrocinada pela União Conservadora Americana (UCA), a conferência anual tem sido uma presença importante em Washington desde 1973. De acordo com seu site, a UCA tem atuado por mais de 50 anos “como uma organização mãe captando a força coletiva de organizações conservadoras que lutam em prol de americanos que estão preocupados com liberdade, responsabilidade pessoal, valores tradicionais e forte defesa nacional.”
A CAPC e sua organização mãe UCA declaram que são “a principal voz conservadora dos EUA” e que a “UCA define o conservadorismo.”
No entanto, o foco do casamento tradicional — o alicerce dos valores conservadores sociais — parece ter menos presença na agenda da CAPC, enquanto a ideologia LGBT está avançando no meio de seus “conservadores.”
Ausente também está a presença de notáveis líderes pró-família como Franklin Graham, James Dobson, Scott Lively, Joseph Farah, William J. Murray e muitos outros.
“Parecido com a direção que a elite do Partido Republicano tomou, em anos recentes a CAPC tem se direcionado mais para ideias libertárias e pró-LGBT — e quase nenhuma organização pró-família tem sido expositora ou patrocinado a CAPC,” disse Camenker de MassResistance.
“É nisso no que se transformou o conservadorismo nos Estados Unidos?” pergunta Camenker. “Qual o grupo que acha que tem o direito de definir o que é conservadorismo? Será que MassResistance é a única organização pró-família que está publicamente assumindo uma postura contra o movimento poderoso de radicalismo sexual?”
Muitos conservadores haviam criticado a CAPC por escolher Yiannopoulos como palestrante principal porque eles não o viam como conservador tradicional. Em vez disso, Yiannopoulos era visto como o líder do movimento alt-Right, um movimento que se orgulha do nacionalismo, que muitos acusam de racismo e antissemitismo.
Entretanto, os vídeos pró-pedofilia destruíram abruptamente sua oportunidade de palestrante principal.
“Devido à revelação de um vídeo ofensivo nas últimas 24 horas desculpando a pedofilia, a União Conservadora Americana decidiu cancelar o convite para Milo Yiannopoulos dar palestra na Conferência de Ação Política Conservadora,” Matt Schlapp, presidente da UCA, disse numa declaração.
Apesar disso, a CAPC convidou o grupo homossexualista Log Cabin Republicans. Isso sinaliza uma tendência perigosa entre conservadores americanos. Até mesmo o presidente americano Donald Trump, que é louvado entre conservadores por suas políticas pró-vida, tem louvado o Log Cabin Republicans. Aliás, ele escolheu manter em seu governo a ativista LGBTQ Chai Feldblum num importante cargo. A decisão de Trump foi fortemente criticada por rabinos americanos. Feldblum havia sido originalmente nomeada por Obama por seu ativismo homossexual.
Trump tem também mantido em seu governo o símbolo mais poderoso do imperialismo homossexual do ex-governo de Obama: o cargo de Embaixador Especial de Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI. Muitos conservadores americanos têm se queixado da decisão ruim de Trump. LaBarbera disse: “A reintegração de Randy Berry como Embaixador Especial de Direitos Humanos de Indivíduos LGBTI é outra derrota para os líderes pró-família que estavam esperando que Trump removesse os ativistas homossexuais da burocracia de relações exteriores.”
Essa tendência perigosa se espalhará entre conservadores?
A tentativa de associar a homossexualidade com o conservadorismo produzirá um divórcio automático do aliado mais importante do conservadorismo: os valores cristãos.
O conservadorismo pode sobreviver sem o homossexualismo, mas não pode sobreviver sem valores cristãos.
A nova união do nacionalismo e homossexualidade não destruirá o movimento homossexualista. Trará o movimento homossexualista para dentro do movimento conservador, dando aos militantes gays o privilégio supremo de avançar sua ideologia por meio da Esquerda e da Direita ao mesmo tempo. Destruirá a união tradicional entre o movimento conservador e cristãos que creem na Bíblia nos Estados Unidos.
MassResistance, que se opõe à doutrinação homossexual em crianças de escolas, foi banido da CAPC, enquanto o Log Cabin Republicans, que ataca a postura do Partido Republicano em defesa do casamento tradicional, teve permissão de permanecer.
O que a CAPC quer? Aprender mais lições? Mais homossexuais “conservadores” sendo expostos como foi Milo Yiannopoulos?
Grandes personalidades políticas da CAPC, inclusive Marco Rubio, são neocons — cuja ambição é avançar a hegemonia militar americana no mundo inteiro, muitas vezes às custas dos próprios valores cristãos defendidos pelos fundadores dos EUA. O neoconservadorismo está corrompendo a CPAC.
Em 2017 foi palestrante da CAPC Trevor Loudon, um esotérico neocon.
Os verdadeiros cristãos conservadores precisam assumir uma postura com relação ao “conservadorismo” da CAPC.
Em solidariedade para com MassResistance, o Conselho de Pesquisa da Família deveria se dispensar do encontro da CPAC e exigir uma explicação plena da razão por que MassResistance e muitas outras organizações pró-família semelhantes não foram oficialmente convidadas para participação principal e por que Log Cabin Republicans não foi banido e expulso. O CPF devia protestar contra a presença do Log Cabin Republicans na CPAC.
Pior do que uma esquerda corrupta é um conservadorismo corrupto. Da esquerda, esperamos corrupção como normal. Mas do conservadorismo, não esperamos corrupção e aceitação de ideologias, inclusive a agenda homossexual, que entram em choque direto com os valores da Bíblia que fundaram os Estados Unidos.
Com informações de Americans for Truth e LifeSiteNews.
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17 de fevereiro de 2018

Equipes humanitárias da ONU cometeram 60 mil estupros numa década


Equipes humanitárias da ONU cometeram 60 mil estupros numa década

(Christian Today) Funcionários da ONU cometeram milhares de estupros no mundo inteiro, uma ex-autoridade afirmou na terça-feira.
Andrew MacLeod, que era chefe de operações no Centro de Coordenação de Emergência da ONU, alertou que estupradores “predatórios” usaram seus postos de assistência humanitária para vitimar meninas vulneráveis. A afirmação foi feita num dossiê passado para o ex-secretário de desenvolvimento internacional Priti Patel no ano passado, de acordo com o jornal The Sun.
Ele estimou que funcionários da ONU cometeram 60 mil estupros na década passada, e que há 3,300 pedófilos trabalhando na ONU e suas agências. Ele acrescentou que há acobertamentos generalizados e que quem tenta botar a boca no trombone é demitido.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): U.N. aid workers carried out 60,000 rapes in a decade
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15 de fevereiro de 2018

Por que a esquerda americana odeia a Rússia


Por que a esquerda americana odeia a Rússia

O conservadorismo da Rússia provoca histeria e medo

Julio Severo
A China, o maior país comunista do mundo, roubou bancos inteiros de informações de computadores do governo dos EUA. Os novos sistemas de armas deles se parecem suspeitamente semelhantes aos sistemas americanos de armas. A China tem manipulado mercados e sua moeda para roubar dos EUA suas riquezas e seus segredos comerciais.
No entanto, não há nenhuma histeria dos EUA contra a China. Nenhuma sanção ou boicote dos EUA contra a China, que é oficialmente ateísta e comunista. Pelo contrário, apesar dos ataques chineses, o presidente esquerdista Barack Obama e o presidente direitista Donald Trump visitaram oficialmente a China e mostraram respeito pelos seus governantes comunistas.
Em contraste, a Rússia, que não é ateísta e comunista, tem sido sistematicamente acusada, pela grande mídia esquerdista dos EUA, de intrusões cibernéticas durante a eleição presidencial de 2016. Obama impôs sanções na Rússia e Trump tem continuado as sanções.
Então se as ações da China comunista são piores do que as ações da Rússia, por que a Rússia é a vítima favorita de ataques da mídia corrupta dos EUA, do Partido Democrático e da esquerda americana em geral?
A propaganda anti-Rússia da mídia tem sido tão generalizada e bem-sucedida que até Trump sucumbiu à pressão para mudar. O Trump de 2016 que pregava parceria com a Rússia contra o terrorismo islâmico foi substituído por um Trump, agora presidente, que não faz concessões à Rússia e sucumbiu totalmente ao pântano neocon e suas ambições.
Os Estados Unidos toleram bondosamente até mesmo a Arábia Saudita, que tem fomentado o terrorismo islâmico no mundo inteiro. O atentado terrorista contra Nova Iorque em 11 de setembro de 2001 foi cometido por terroristas sauditas.
Mas os EUA não toleram a Rússia.
O que explica tal intolerância extrema? A resposta é muito simples: A Rússia personifica tudo o que a esquerda americana odeia.
A Rússia é cristã. Aliás, a Rússia é o maior país cristão ortodoxo do mundo. O Cristianismo russo não é semelhante ao evangelicalismo americano. Os Estados Unidos são o maior país protestante do mundo. O Cristianismo russo é mais semelhante, em alguns aspectos tradicionalistas, inclusive na adoração de santos, ao catolicismo.
Há um relacionamento simbiótico entre o governo russo e a Igreja Ortodoxa Cristã Russa. Eles se ajudam a manter dinheiro e poder.
Escrevendo no jornal Washington Times, L. Todd Wood disse: “Visitar Moscou me faz lembrar até certo ponto do Sul [evangélico] dos EUA. Há uma nova igreja sendo construída a cada esquina da capital da Rússia. Não dá para evitar os sons dos sinos tocando em algum lugar durante o dia de alguma igreja ou monastério perto. Os domos dourados das igrejas marcam a paisagem.”
Nós todos sabemos como a esquerda despreza o Cristianismo e ajuda o islamismo, a agenda homossexual, etc.
A Rússia é majoritariamente branca. Embora 30 por cento da Rússia sejam muçulmanos, a Rússia tenta proteger sua cultura reprimindo brutalmente o extremismo islâmico. A Rússia trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas exatamente como Israel trata seus cidadãos e mesquitas muçulmanas.
O esquerdista Obama costumava fazer comentários pejorativos sobre a Rússia e Putin que ele nunca fazia com relação à China comunista, tais como “A Rússia é uma potência regional que não faz nada” e “Putin é um aluno desengonçado e incompetente.”
A Rússia é conservadora em muitos aspectos. Em grande parte, as mulheres russas odeiam o feminismo. Elas tiveram a oportunidade de experimentar a “igualdade” real durante os tempos soviéticos — e elas não gostaram. “Por que eu deveria desejar agir como um homem e ter de fazer tudo?” perguntam as mulheres russas. Os papéis sexuais são bastante definidos na Rússia, para horror dos marxistas culturais do Ocidente.
Você pode entender o conservadorismo russo lendo uma entrevista exclusiva de William J. Murray para mim em 2015. Murray, que é o filho de uma proeminente marxista e ateísta americana, se converteu a Cristo e oferece hoje uma visão cristã da atual Rússia.
A Rússia tem uma lei que proíbe a propaganda homossexual. A lei simplesmente criminaliza o ato de expor a propaganda homossexual para crianças e adolescentes. Enquanto na Rússia pais que não querem seus filhos sendo doutrinados no estilo de vida homossexual são respeitados, no Ocidente em geral e nos EUA em particular, a homossexualidade está sendo entupida goela abaixo das crianças nas escolas, passando por cima das objeções da maioria dos pais.
O esquerdista Obama e toda a grande mídia dos EUA zombaram da Rússia e de Putin por causa dessa lei. “The Advocate,” a revista homossexual mais proeminente dos EUA e do mundo, anunciou de modo sarcástico que sua Personalidade do Ano para 2014 foi Vladimir Putin, dizendo: “O presidente russo se tornou a maior ameaça mundial aos LGBTs em 2014.”
A Rússia está empesteada de corrupção, não muito diferente do Brasil, o maior país católico do mundo. O Cristianismo tradicionalista parece ser propenso à corrupção.
Contudo, a Rússia não é a União Soviética. A Rússia não está buscando conquistar o mundo — diferente dos neocons americanos, que realmente querem total hegemonia mundial. Como o maior país do planeta, a Rússia só está tentando defender sua presença geopolítica.
Os evangélicos americanos que elegeram Trump e estão sendo sistematicamente bombardeados por uma propaganda anti-Rússia da mídia esquerdista deveriam encontrar meios, exatamente como Trump propôs em sua campanha de 2016, de trabalhar juntos com a Rússia cristã para lidar com a maior ameaça à segurança dos EUA, Europa e Rússia: o terrorismo islâmico.
Com informações do jornal Washington Times.
Versão em inglês deste artigo: Why the American Left Hates Russia
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